Refrigério

Voltaire dizia que “a poesia é a a música da alma, e, sobretudo, de almas grandes e sentimentais”.

Principalmente em semanas difíceis como esta que está a acabar (e que a Corino deseja que tenha corrido bem a todos os seus leitores), um pequeno poema anima sempre o nosso dia.

Com este, de Bruno Matos Soares, aluno do 3º ano do MIM, esperemos que os vossos ânimos fiquem tão em alta como os nossos depois de o ler.


Um poema num olhar

Hermético e distinto

Elas escorrem sem rubor

Saídas de um labirinto

 

Um poema num suspiro

O alívio tão faminto

Conforto momentâneo

Um debalde por instinto

 

Um poema num clamor

Que brado tão sucinto

Palavras que entoam

Num oásis já extinto


Poema por: Bruno Matos Soares